Foto: Divulgação/Ministério da Saúde
Durante o mês de março, os agentes de saúde e endemias visitaram 424.627 domicílios e prédios públicos, comerciais e industriais no Rio Grande do Norte. Isso representa que pouco mais de 41% dos imóveis no estado foram visitados.
Os números fazem parte do balanço do segundo ciclo divulgado pela Sala Nacional de Coordenação e Controle para o Enfrentamento da Dengue, Chikungunya e Zika, coordenada pelo Ministério da Saúde.
Destes, 369.787 foram efetivamente vistoriados e 54.840 estavam fechados ou houve recusa para o acesso.
Em todo o Brasil, o número de imóveis vistoriados chegou a 34,9 milhões. Cerca de 29,2 milhões foram vistoriados e 5,6 milhões estavam fechados ou houve recusa. Do total, foram encontrados focos do mosquito em 912 mil unidades. Os Estados que registraram maior número de visitas foram Tocantins com 98% da totalidade de imóveis visitados e Piauí com 90%.
Durante o mês de março, 90% das cidades (ou seja, 5.055 das 5.570 do Brasil) notificaram as visitas no Sistema Informatizado de Monitoramento da Presidência da República (SIM-PR). Os dados são gerenciados pela Sala Nacional com base nas informações transmitidas pelas salas estaduais, a partir da mobilização para realização de visitas pelos municípios.
Outro avanço apontado pela coordenadora nacional da Sala de Coordenação e Controle é a instalação de locais de monitoramento em municípios. “Além das capitais, atualmente 545 municípios, sendo 127 em áreas prioritárias, também já instalaram salas municipais, o que contribui para a manutenção das ações de combate ao vetor no território e a mobilização da sociedade”, completou a coordenadora.
O primeiro ciclo da mobilização, entre janeiro e fevereiro, alcançou 88% dos domicílios e prédios públicos, comerciais e industriais, com a soma de 59 milhões visitados, sendo 47,8 milhões trabalhados e 11,2 milhões que estavam fechados ou houve recusa para o acesso. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil conta com 67 milhões de domicílios.
Os ciclos de mobilização e controle seguem até junho. A coordenadora da Sala ressalta a importância da continuidade das ações, mesmo no período de estiagem. “É importante manter a população mobilizada para evitar que os esforços feitos até então não se percam, por isso continuaremos articulando ações conjuntas e articulando novas reuniões com Funasa e diversos setores da sociedade”, finalizou.
Mobilização
A melhor forma de combater o Aedes aegypti é não deixar o mosquito nascer, destaca o Ministério da Saúde. Por isso, o governo federal convocou um esforço nacional para que todas as casas do País sejam visitadas para eliminação dos criadouros. As visitas domiciliares são essenciais para o combate ao vetor. No contato constante com a população, os agentes de saúde desenvolvem ações com os moradores, relativas aos cuidados permanentes para evitar depósitos de água nas residências.
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Fonte: Ministério da Saúde via Jornal de Fato
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