A candidata Larissa Rosado (PSB) corre o risco de ter sua candidatura a
prefeito cassada pela Justiça Eleitoral pelo cometimento de abuso do
poder econômico pelo uso irregular dos órgãos de comunicação de sua
propriedade. Uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral tramita na
Justiça Eleitoral reunindo uma calhamaço de gravações da grade de
programação da TV Mossoró, da Rádio Resistência FM 93 e do Jornal O
Mossoroense, demonstrando que Larissa vinha usando estes canais para
obter vantagem com a divulgação do seu nome junto ao eleitorado.
Segundo o Advogado Emanoel Antas, um dos patronos da ação, há quase um ano a candidata Larissa Rosado vem usando os programas de televisão e rádio de sua família ara fazer divulgação indevida do seu nome. "A propaganda eleitoral no pleito ficou desequilibrada porque Larissa usou e abusou dos meios de comunicação de sua família, enquanto que os demais candidatos não tiveram o mesmo privilégio", disse o advogado.
Exemplificando o que contém na ação judicial, o advogado informa que nas edições do Jornal O Mossoroense nos último doze meses não teve um único dia sequer que não houvesse uma reportagem enaltecendo o nome da candidata do grupo. Enquanto isso, as poucas matérias que saíram com a candidata adversária, Cláudia Regina, falaram sempre de forma negativa. "Está muito claro o abuso do poder econômico, eles usaram seus meios de comunicação para alavancar a imagem da candidata", falou Emanoel.
A ação judicial reuniu as edições do Jornal O Mossoroense dos últimos doze meses como forma de provar o crime que estava sendo cometido. Também estão reunidas dezenas de DVD com imagens do programa Observador Político na TV Mossoró denunciando o proselitismo político exagerado em favor de Larissa. Também existem na ação dezenas de CDs gravados com os programas É Hora de Falar e FM 7 horas, da Rádio Fm Resistência, com comentários sempre divulgando o nome de Larissa, construindo uma imagem positiva da candidata junto ao eleitor.
A ação deve ser julgada nos próximos dias pelo juiz Herval Sampaio, responsável pela fiscalização da propaganda eleitoral em Mossoró. O magistrado tem sido ágil nos julgamentos das ações em sua área e tem sido bastante severo em resguardar o equilíbrio entre os candidatos, não permitindo abuso de nenhuma das partes envolvidas com o processo eleitoral.
Segundo analistas jurídicos consultados pela reportagem, a quem foram mostrados o processo judicial, as provas apresentadas foram muito consistentes e o volume de propaganda em favor de Larissa salta aos olhos. "A ação tem muita substância, é muito difícil não se vislumbrar o abuso cometido diante de tantas provas apresentadas", disse um advogado consultado pela reportagem.
Advogado diz que já têm material para nova ação
Segundo o advogado da Coligação Força do Povo, Emanoel Antas, a ação judicial que tramita na Justiça pedindo a cassação do registro de Larissa Rosado por abuso do poder econômico, nãos era a única a ser apresentada neste sentido.
Ele explicou que a ação que já tramita na Justiça reúne material gravado até o dia da convenção eleitoral, em 30 de junho passado. O advogado conta que já reuniu material suficiente desde a convenção até hoje para dar uma entrada em nova ação pedindo também a cassação do registro da candidata.
"Observamos que desde que começou a campanha, diariamente o rádio, a TV e o Jornal da família da candidata do PSB intensificou a propaganda ilegítima em favor dela. Temos tudo gravado, os programas e temos as edições dos jornais. É material pesado que prova que o abuso vem se agravando a cada dia. Já estamos preparando uma nova ação porque entendemos que o equilíbrio do pleito está frontalmente agredido", informou o advogado Emanoel Antas.
Segundo o Advogado Emanoel Antas, um dos patronos da ação, há quase um ano a candidata Larissa Rosado vem usando os programas de televisão e rádio de sua família ara fazer divulgação indevida do seu nome. "A propaganda eleitoral no pleito ficou desequilibrada porque Larissa usou e abusou dos meios de comunicação de sua família, enquanto que os demais candidatos não tiveram o mesmo privilégio", disse o advogado.
Exemplificando o que contém na ação judicial, o advogado informa que nas edições do Jornal O Mossoroense nos último doze meses não teve um único dia sequer que não houvesse uma reportagem enaltecendo o nome da candidata do grupo. Enquanto isso, as poucas matérias que saíram com a candidata adversária, Cláudia Regina, falaram sempre de forma negativa. "Está muito claro o abuso do poder econômico, eles usaram seus meios de comunicação para alavancar a imagem da candidata", falou Emanoel.
A ação judicial reuniu as edições do Jornal O Mossoroense dos últimos doze meses como forma de provar o crime que estava sendo cometido. Também estão reunidas dezenas de DVD com imagens do programa Observador Político na TV Mossoró denunciando o proselitismo político exagerado em favor de Larissa. Também existem na ação dezenas de CDs gravados com os programas É Hora de Falar e FM 7 horas, da Rádio Fm Resistência, com comentários sempre divulgando o nome de Larissa, construindo uma imagem positiva da candidata junto ao eleitor.
A ação deve ser julgada nos próximos dias pelo juiz Herval Sampaio, responsável pela fiscalização da propaganda eleitoral em Mossoró. O magistrado tem sido ágil nos julgamentos das ações em sua área e tem sido bastante severo em resguardar o equilíbrio entre os candidatos, não permitindo abuso de nenhuma das partes envolvidas com o processo eleitoral.
Segundo analistas jurídicos consultados pela reportagem, a quem foram mostrados o processo judicial, as provas apresentadas foram muito consistentes e o volume de propaganda em favor de Larissa salta aos olhos. "A ação tem muita substância, é muito difícil não se vislumbrar o abuso cometido diante de tantas provas apresentadas", disse um advogado consultado pela reportagem.
Advogado diz que já têm material para nova ação
Segundo o advogado da Coligação Força do Povo, Emanoel Antas, a ação judicial que tramita na Justiça pedindo a cassação do registro de Larissa Rosado por abuso do poder econômico, nãos era a única a ser apresentada neste sentido.
Ele explicou que a ação que já tramita na Justiça reúne material gravado até o dia da convenção eleitoral, em 30 de junho passado. O advogado conta que já reuniu material suficiente desde a convenção até hoje para dar uma entrada em nova ação pedindo também a cassação do registro da candidata.
"Observamos que desde que começou a campanha, diariamente o rádio, a TV e o Jornal da família da candidata do PSB intensificou a propaganda ilegítima em favor dela. Temos tudo gravado, os programas e temos as edições dos jornais. É material pesado que prova que o abuso vem se agravando a cada dia. Já estamos preparando uma nova ação porque entendemos que o equilíbrio do pleito está frontalmente agredido", informou o advogado Emanoel Antas.
Fonte: Correio da Tarde
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