O Concurso da Assembleia Legislativa do
Rio Grande do Norte, antes assunto dos mais discutidos diante da
concorrência acirrada, quando 28.265 candidatos realizaram as provas no
último domingo (1), na “briga” por 85 vagas, passou a ser questionado
por diversos candidatos, através das redes sociais. De acordo com
denúncias, várias situações irregulares foram flagradas antes, durante e
depois das aplicações das provas.
Entre as principais reclamações se
destacam, por incrível que pareça, a atitude de fiscais. Segundo uma
candidata, que teve seu nome preservado, foram vistos fiscais sem a
devida instrução da organizadora do concurso, a FCC: eles teriam “batido
papo”, e ainda lanchado sanduíche com refrigerante dentro da sala.
Outras inúmeras reclamações surgem como
denúncias, que se comprovadas, poderão comprometer a legitimidade do
certame. Em vários relatos dos candidatos, telefones celulares tocaram,
quando deveriam (conforme o edital) estar desligados,caso contrário o
candidato deveria ser eliminado, contudo os “eventos” teriam sido
ignorados.
Por fim, as denúncias ganham contornos
ainda mais alarmantes. Relatos dão conta de pessoas portando apostila de
consulta na hora da aplicação da prova onde, e em um caso, o fiscal
teria entregado a folha de respostas (gabarito) e a prova antes do
material ser guardado. Outras reclamações ainda destacam plásticos com
lacres aparentemente violados. Em alguns casos, as provas não teriam
sido abertas na presença dos candidato.
Confira abaixo algumas discussões através de redes sociais:


Fonte: Blog do BG
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