Revólver
38 foi apreendido no carro do advogado, um dos mandantes do crime, no
bairro da Encruzilhada (Foto: Pedro Lins / TV Globo)
O médico Cláudio Amaro Gomes e o seu filho, o advogado Cláudio Amaro
Gomes Júnior, foram presos, nesta terça-feira (03), por envolvimento com
a morte do médico paraibano Artur Eugênio de Azevedo Pereira, 36 anos,
encontrado morto há 21 dias, em Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife. A informação foi repassada pela Polícia Civil.
A dupla foi detida sob regime de prisão provisória de 30 dias, por
suspeita de serem os mandantes do crime. No momento da prisão, o médico
estava em casa, em Boa Viagem, e o advogado, em um restaurante no bairro
da Encruzilhada, no Recife. A investigação aponta que desavenças
profissionais entre a vítima e o colega teriam motivado o homicídio.
Quando foi preso, o advogado Cláudio Amaro Gomes Júnior foi flagrado com um revólver calibre 38 sem registro e seis munições; ele também não apresentava porte de arma. À polícia, ele explicou que estava andando armado porque estaria sofrendo ameaças.
Altamiro Fontes, advogado do pai, negou a participação de seu cliente no crime. "Ele é inocente, é um homem respeitável. Não conhecia a vítima e não tem nada a ver com isso, foi um engano da Justiça e agora vamos trabalhar para reparar isso", comentou.
Ambos estão na Delegacia de Prazeres, em Jaboatão, onde estão prestando
depoimento ao delegado Guilherme Caraciolo. De lá, após os exames de
praxe, devem ser encaminhados ao Centro de Triagem (Cotel), em Abreu e
Lima. A Polícia Civil informou que os executores do crime ainda estão
foragidos.
Entenda o caso
O corpo do médico Artur Eugênio de Azevedo Pereira, 36 anos, foi encontrado no dia 13 de maio passado, às margens da BR-101 Sul, em Jaboatão dos Guararapes, com quatro marcas de tiro.
A vítima foi vista pela última vez na noite da véspera, ao deixar o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), em Santo Amaro, área central do Recife, onde trabalhava.
De acordo com a assessoria de imprensa do HCP, imagens das câmeras de segurança do prédio registraram a saída dele do local por volta das 19h30. Depois desse horário, Artur ligou pra mulher e disse que ia visitar um paciente no Hospital Português. Após a ligação, ele não fez mais contato com amigos ou familiares. O cadáver foi encontrado com quatro marcas de bala: três nas costas e uma na cabeça .
De acordo com a polícia, o carro da vítima foi queimado e abandonado no bairro da Guabiraba, Zona Norte do Recife, nas proximidades do Centro de Treinamento do Náutico.
Artur era paraibano e atuava no Hospital de Câncer de Pernambuco, Hospital das Clínicas, Imip e Português. Ele tinha família em Campina Grande e era formado pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). O médico era benquisto e descrito como uma pessoa calma -- o corpo dele foi enterrado no dia 15 de maio, em Campina Grande.
Fonte: G1 PE
Quando foi preso, o advogado Cláudio Amaro Gomes Júnior foi flagrado com um revólver calibre 38 sem registro e seis munições; ele também não apresentava porte de arma. À polícia, ele explicou que estava andando armado porque estaria sofrendo ameaças.
Altamiro Fontes, advogado do pai, negou a participação de seu cliente no crime. "Ele é inocente, é um homem respeitável. Não conhecia a vítima e não tem nada a ver com isso, foi um engano da Justiça e agora vamos trabalhar para reparar isso", comentou.
Corpo do médico Artur de Azevedo foi achado em
Jaboatão dos Guararapes, há 21 dias
(Foto: Reprodução / TV Globo)
Jaboatão dos Guararapes, há 21 dias
(Foto: Reprodução / TV Globo)
Entenda o caso
O corpo do médico Artur Eugênio de Azevedo Pereira, 36 anos, foi encontrado no dia 13 de maio passado, às margens da BR-101 Sul, em Jaboatão dos Guararapes, com quatro marcas de tiro.
A vítima foi vista pela última vez na noite da véspera, ao deixar o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), em Santo Amaro, área central do Recife, onde trabalhava.
De acordo com a assessoria de imprensa do HCP, imagens das câmeras de segurança do prédio registraram a saída dele do local por volta das 19h30. Depois desse horário, Artur ligou pra mulher e disse que ia visitar um paciente no Hospital Português. Após a ligação, ele não fez mais contato com amigos ou familiares. O cadáver foi encontrado com quatro marcas de bala: três nas costas e uma na cabeça .
De acordo com a polícia, o carro da vítima foi queimado e abandonado no bairro da Guabiraba, Zona Norte do Recife, nas proximidades do Centro de Treinamento do Náutico.
Artur era paraibano e atuava no Hospital de Câncer de Pernambuco, Hospital das Clínicas, Imip e Português. Ele tinha família em Campina Grande e era formado pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). O médico era benquisto e descrito como uma pessoa calma -- o corpo dele foi enterrado no dia 15 de maio, em Campina Grande.
Fonte: G1 PE
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